terça-feira, 2 de maio de 2017

Linha de ônibus do terror de Curitiba - Alferes Poli ou Alferes" Nóia"

Em uma viagem de ida e volta feita pela reportagem da Gazeta do Povo na semana passada, no fim da tarde, metade dos passageiros não pagou passagem: 15 de 30. Pouca gente para um horário de pico, o que faz parecer que os passageiros têm fugido da linha. Não é para menos. O trajeto que vai da Praça Rui Barbosa à Estação Fanny passa pela Vila Parolin e serve de transporte não só para trabalhadores, mas tam bém para usuários de drogas e traficantes. Na semana passada, ao menos uma pessoa que pe­­­gou o ônibus com a reportagem usou a linha para transportar drogas. Alguém que comentou com a moça ao lado não “trabalhar” mais na Travessa Nestor de Castro, no São Francisco, pela forte presença da Guarda Municipal no local atualmente.
O motorista Reginaldo* trabalha na linha há quase um ano e não vê a hora de sair. Segundo ele, uma operação do Grupo Tático Velado da Polícia Militar, deflagrada em abril e que resultou na detenção de 26 pessoas, adiantou apenas por três semanas. “Nin­­guém paga, mesmo tendo como. E sei que muitos têm como pagar porque, às vezes, pedem para trocar 15, 20 reais em moedas.” Muitos deles pedem “carona” fora do ponto. E ai do motorista se não parar. A resposta pode ser uma pedrada ou coisa pior. 
Leia matéria completa no link abaixo:

Segundo reportagem do Programa balanço geral uma senhora de 44 anos  coletora de reciclagem e diarista foi esfaqueada dentro do ônibus. Este ônibus sai da Rui Barbosa e passa pelo Parolim, também é chamado de Alferes  "Nóia".


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